• TIPOS DE CONHECIMENTO:

    Por: Juliana Vannucchi   Em sua Metafísica, Aristóteles escreveu que “por natureza, todo homem deseja conhecer”. De fato, notamos que o desejo pelo conhecimento acompanha o ser humano desde os primórdios e, com o passar do tempo, conforme o homem evoluiu, surgiram algumas maneiras diferentes de construir conhecimento, sendo que é através delas que se

  • ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LEGADO ARTÍSTICO DE DÜHER:

    Por: Juliana Vannucchi   Caríssimos leitores, abaixo, prazerosamente compartilharei com vocês as principais percepções que tive com as pinturas de Düher, como elas me afetaram esteticamente e porquê tanto me intrigam todas as vezes em que as aprecio e a elas me entrego.    Antes de mais nada, ouso dizer que talvez Düher tenha sido

  • HIPÁTIA DE ALEXANDRIA:

       Por: Juliana Vannucchi   Hipátia foi uma das mulheres mais célebres e fascinantes de toda a história da humanidade. Na época em que viveu tornou-se especialmente conhecida por sua sabedoria e comprometimento em diversas áreas, como a matemática, a lógica, a filosofia e a astronomia. Sua trajetória de vida ficou marcada tanto pela notável

  • A TRIPARTIÇÃO DA ALMA:

    Por: João Arruda “Entre mim mesmo e mim Não sei que se levantou, Que tão meu imigo sou.” Camões. O que falar deste misto de desejos imperiosos que parecem fazer tracção de corda, que puxam e repuxam medindo a força e a resistência destes que parecem serem e não serem eu e minha vontade; que

  • A FALSEABILIDADE NA FILOSOFIA DE KARL POPPER:

    Por: Juliana Vannucchi    Karl Popper (1902-1994) foi um dos pensadores mais brilhantes do século XX. Destacou-se especialmente na área da Filosofia da Ciência. Um dos principais temas de sua filosofia, e que lhe rendeu notável reconhecimento é a questão da falseabilidade, que será explorada neste texto.    A Ciência é construída através da observação

  • AS FENDAS MÍSTICAS DAS OBRAS DE WILLIAM BLAKE:

    Por: Juliana Vannucchi Foi por intermédio de Jim Morrison, vocalista do The Doors, que conheci William Blake, notável artista inglês do século XIX. Eu li duas biografias sobre o líder do Doors e em ambas, ainda que de maneira distinta, Blake, encontrava-se presente como uma das grandes influências do músico, afinal, foi justamente uma passagem

  • DE BEATA VITA – SANTO AGOSTINHO:

    Por: Juliana Vannucchi “De beata vita” ou “Sobre a Vida Feliz” é um diálogo escrito por Santo Agostinho, no qual o filósofo dedica-se a refletir acerca da felicidade. Abaixo, disponibilizo algumas observações e resumos de alguns dos aspectos do texto que considero como sendo os de maior relevância.  Inicio minhas pontuações a partir do Capítulo

  • VOLTAIRE:

    Por: Gustavo Garrote (….) – Nunca houve império mais universal do que o do Diabo, declarou. – E quem foi que o destronou? – A Razão. François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo de “Voltaire”, foi um dos  filósofos mais ilustres do ocidente. Nasceu em 1694 em Paris e faleceu em 1788 nessa mesma cidade. Tornou-se

  • OS CONCEITOS DE TEMPO E ESPAÇO NA FILOSOFIA DE KANT:

    Por: Gustavo Henrique Garrote   INTRODUÇÃO:     Imannuel Kant (1724-1804) foi um pensador prussiano cujo legado é de imensa relevância para a história da Filosofia e também da Ciência. Escreveu vários livros, dentre os quais se destacam especialmente “Crítica da Razão Pura” (1781), “Crítica da Razão Prática” (1788) e “Crítica da Faculdade de Juízo” (1970).

  • AS QUATRO CAUSAS ARISTOTÉLICAS:

    Por: Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso  As “quatro causas” encontram-se presentes em um conjunto de escritos de Aristóteles, intitulados pelo filósofo grego de “Filosofia Primeira”, que posteriormente, após ter sido organizado por Andrônico de Rodes, ficou conhecido como “Metafísica”.      Nesta obra, Aristóteles empenhou-se especialmente em investigar “o ser enquanto ser“, ou seja, o ente em