• O MÉTODO CARTESIANO:

      Por: Juliana Vannucchi   O Discurso do Método, publicado em 1673, não apenas é uma das obras mais prestigiadas de René Descartes, mas certamente, de toda a história da filosofia. Tal importância pode se justificar pela notável influência de seu conteúdo, que contribuiu imensamente para a área da Gnosiologia e também serviu como base

  • SUBJETIVISMO X OBJETIVISMO:

    Por: Juliana Vannucchi Subjetivismo e Objetivismo são correntes filosóficas pertencentes ao campo da Teoria do Conhecimento, que buscam explicar se a origem do conhecimento encontra-se no sujeito ou no objeto e como se dá a relação existente entre ambos. Este texto, de cunho introdutório, apresenta as principais bases reflexivas das duas linhas de pensamento em

  • AS NOÇÕES DE DÚVIDA CÉTICA E DO COGITO NA FILOSOFIA DE DESCARTES:

    Por Luiz Henrique Zanatta Semeler            Este texto é baseado na obra Meditações Metafísicas, de René Descartes e se propõe a explicar os graus da dúvida cética que se encontram na Primeira Meditação, e também a maneira pela qual o filósofo francês chegou ao cogito ergo sum na Segunda Meditação.             Talvez o problema mais

  • A ÁRVORE DO SABER de DESCARTES:

    Por Juliana Vannucchi *Caro leitor, por favor, não esqueça de deixar seu comentário abaixo e lembre-se de conferir os links complementares que se encontram no final deste texto. Boa leitura!   René Descartes (1596-1650) foi um importante filósofo, físico e matemático francês. Escreveu várias obras, dentre as quais se destacam “Meditações Metafísicas” e “Discurso Sobre

  • ESTÉTICA – Introdução:

    Por Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso O termo Estética possui suas raízes na palavra grega “aesthesis” (ou aisthetiké) e foi utilizado pela primeira vez pelo alemão Alexander Baumgarten. Esta palavra refere-se ao conhecimento sensorial, perceptível e que, portanto, se dá por intermédio dos sentidos, opondo-se ao conhecimento provindo através do intelecto. Inicialmente, é necessário esclarecer

  • A NOÇÃO DE ESTADO NA FILOSOFIA DE HOBBES:

    Por Juliana Vannucchi Introdução:     “O Leviatã”,  publicado em 1651, foi escrito pelo pensador Thomas Hobbes, e sintetiza reflexões acerca das origens, formação e funções do Estado e também de diversos outros temas, explorando tópicos como a linguagem, as paixões, a imaginação e outros. O título do livro é uma referência ao “Leviatã” bíblico, que consiste

  • FILOSOFIA POLÍTICA – Introdução:

    Por Paulo Pedroso *Caro leitor, deixe seu comentário abaixo! FILOSOFIA POLÍTICA – Introdução: As ciências exatas, ao longo do tempo, costumam apontar os erros do passado tendo com foco sempre o último resultado que elas obtém, corrigindo ou refutando os sistemas de pensamento anteriores. A filosofia, ao contrário, não invalida quaisquer tipos de ideias, apenas

  • REALISMO X IDEALISMO:

    Por Paulo Pedroso: *Caro leitor, deixe seu comentário no final do texto. Suas reflexões, opiniões e dúvidas são importantes para nós. Compartilhe-as! REALISMO X IDEALISMO: Na área da Gnosiologia, que investiga a essência do conhecimento, há pelo menos duas teorias básicas que são pontos de partida fundamentais para a compressão do assunto e das demais

  • INATISMO x EMPIRISMO:

       Por Juliana Vannucchi     INATISMO x EMPIRISMO: Um dos aspectos discutidos na Filosofia é a natureza da razão, de suas verdades e ideias. Nesta discussão, surge um contraponto entre duas correntes, que são o Inatismo e Empirismo.     Para o Inatismo, todo ser humano nasce com certas ideias e princípios racionais já determinados, verdadeiros

  • A ARTE É UMA FORMA DE LINGUAGEM?

    Por Juliana Vannucchi A ARTE É UMA FORMA DE LINGUAGEM? Introdução: Este texto pretende analisar e comparar dois elementos: a arte e a linguagem. Seguindo este referido ponto de partida, busca-se compreender reflexivamente se existe algum tipo de relação entre ambos, para que então seja possível concluir se a arte é ou não uma forma