• ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE O LEGADO ARTÍSTICO DE DÜHER:

    Por: Juliana Vannucchi   Caríssimos leitores, abaixo, prazerosamente compartilharei com vocês as principais percepções que tive com as pinturas de Düher, como elas me afetaram esteticamente e porquê tanto me intrigam todas as vezes em que as aprecio e a elas me entrego.    Antes de mais nada, ouso dizer que talvez Düher tenha sido

  • AS FENDAS MÍSTICAS DAS OBRAS DE WILLIAM BLAKE:

    Por: Juliana Vannucchi Foi por intermédio de Jim Morrison, vocalista do The Doors, que conheci William Blake, notável artista inglês do século XIX. Eu li duas biografias sobre o líder do Doors e em ambas, ainda que de maneira distinta, Blake, encontrava-se presente como uma das grandes influências do músico, afinal, foi justamente uma passagem

  • A ARTE PRIMITIVA:

    Por: Rosângela Vig Desde os primórdios, a Arte tem sido um instrumento para o ser humano demonstrar suas reflexões sobre o mundo e levar a contemporâneos e a períodos posteriores, sua forma de pensar. O anseio de imitar os modelos da natureza, vistos como perfeitos, deram autonomia ao gênio criador que tem proporcionado, ao longo

  • ESTÉTICA – Introdução:

    Por Juliana Vannucchi e Paulo Pedroso O termo Estética possui suas raízes na palavra grega “aesthesis” (ou aisthetiké) e foi utilizado pela primeira vez pelo alemão Alexander Baumgarten. Esta palavra refere-se ao conhecimento sensorial, perceptível e que, portanto, se dá por intermédio dos sentidos, opondo-se ao conhecimento provindo através do intelecto. Inicialmente, é necessário esclarecer

  • PALESTRA: “O BELO E O SUBLIME NA ARTE” – Macs:

    Palestra “O Belo e o Sublime na Arte”:  A palestra teve como objetivo inicial, conduzir a um aprendizado mais aprofundado das Artes em geral, promovendo não somente a apreciação da obra em si, por sua forma e cores, mas também pelo pensamento filosófico e pelos códigos e mensagens deixados pelo artista, em seu trabalho. Uma

  • SOBRE A ESSÊNCIA ÍNTIMA DA ARTE (Arthur Schopenhauer):

    Por Juliana Vannucchi (…) As artes dizem: “Vê aqui, eis a vida (…) * Sobre a Essência Íntima da Arte (O Mundo Como Vontade e Representação, Tomo II, Capítulo 34, em conexão com o 49 do primeiro Tomo).     A essência da arte é apresentada logo nas primeiras linhas do capítulo, e ela consiste, conforme

  • A ARTE É UMA FORMA DE LINGUAGEM?

    Por Juliana Vannucchi A ARTE É UMA FORMA DE LINGUAGEM? Introdução: Este texto pretende analisar e comparar dois elementos: a arte e a linguagem. Seguindo este referido ponto de partida, busca-se compreender reflexivamente se existe algum tipo de relação entre ambos, para que então seja possível concluir se a arte é ou não uma forma

  • A ARTE BELA E A ARTE SUBLIME:

    Por Rosângela Vig A ARTE BELA E A ARTE SUBLIME: Pelas mãos do artista, o espaço branco vai aos poucos se transformando. Primeiro preenchem-se as formas, depois as cores e a arte vai se delineando pelas imagens, frutos de um pensamento, de um mundo e de um tempo. Ali foram deixadas impressões, sensações e momentos,

  • O JOGO DA ARTE:

    Por Rosângela Vig Os quadros mais bonitos são aqueles com que sonhamos quando fumamos cachimbo na cama, mas que jamais pintamos. Mesmo assim, devemos atacá-los por mais incompetentes que nos possamos sentir ante a perfeição indescritível, os gloriosos esplendores da natureza. (VINCENT VAN GOGH, 2007, p.21)  Criador de um traço inconfundível na Arte e um

  • AS OBRAS DE WILLIAM BLAKE EM CONTRAPONTO COM A RAZÃO:

    Por Juliana Vannucchi William Blake foi um pintor e poeta inglês, que enquadra-se e costuma ser associado ao Romantismo (mais especificamente, como um pré-romântico), embora a totalidade suas produções também possua aspectos pertencentes ao Simbolismo.  Blake era excêntrico. Suas produções foram amplamente recusadas durante o período em foram criadas, pois estavam além de qualquer padrão